Reencarnação: Questão de Lógica (por Rubens Toledo)

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Reencarnação: Questão de Lógica

Novo livro do médico Américo Domingos Nunes Filho é um verdadeiro tratado científico sobre a pluralidade das existências. Com argumentos irrefutáveis, o autor demonstra, à luz da Ciência e da fé raciocinada, que reencarnação é lei divina. E que para ver o Reino dos Céus, o homem precisa nascer de novo. Muitas e muitas vezes.

 

O mito da esfinge de Tebas, no Velho Egito, que aterrorizava os visitantes que quisessem adentrar a cidade, permanece na sociedade moderna, com simbologia própria, desafiando a humanidade a decifrar um dos maiores enigmas da vida: “Por que uns sofrem enquanto outros riem?”

 

“A palavra mágica que abre as portas do conhecimento e decifra o mistério já foi ensinada pelas doutrinas religiosas mais antigas; revelada por Jesus, há 2 mil anos, e esmiuçada no Espiritismo, que há exatos 160 anos inaugurou uma nova era para a humanidade”, assinala o escritor fluminense Américo Domingos Nunes Filho, autor de Reencarnação – Questão de Lógica, recém-lançado pela EME.

 

Nesta obra, em que homenageia seu ex-colega na Associação Médico-Espírita (AME-Brasil) e no Instituto de Cultura Espírita (Iceb), Jorge Andréa dos Santos, o doutor Américo arremata ainda: “Depois de milênios de obscurantismo, vivemos o grande momento em que o Consolador vem esclarecer as dúvidas e as questões ainda enigmáticas ligadas à Medicina. Felizmente, graças ao advento da Doutrina Espírita, os mistérios do reino dos céus já nos são dados a conhecer”.

 

Não fosse espírita, o autor talvez tivesse sido “devorado” também pela esfinge dos dias atuais, caracterizada pelo preconceito, pelo materialismo e incredulidade, quando acompanhou, na sala de obstetrícia, dois partos simultâneos. Num deles, o vagido do recém-nascido era símbolo de alegria para os pais. No outro, significou constrangimento geral. O bebê nascera sem os dois glóbulos oculares!

 

Só essa experiência justificaria a dezena de livros escritos pelo dr. Américo Nunes Filho. Mas ele haveria de conhecer, por si, a dor experimentada pelos pais que, após meses de expectativa, recebem nos braços uma criança com síndrome de Down, um quadro de microcefalia ou anencefalia ou outra lesão congênita, como ocorreu à própria filha, autista.

  

“Agradeço a Deus pela oportunidade, concedida a mim, de estar compartilhando com Sofia momentos tão difíceis, exaustivos e angustiantes; contudo, entremeados de atenção e de amor. A reencarnação, divina por excelência, me permite a chance maravilhosa de estar com ela novamente e de crescer, agora, juntos, sob as bênçãos do Excelso e Amado Pai”. 

 

Conhecereis a Verdade…

 

Noutro capítulo, assaz interessante, o doutor Américo brinda o leitor com uma das evidências clássicas da reencarnação, citando o grande arqueólogo Jean-François Champollion. Enquanto o célebre pesquisador francês decifrava os hieróglifos da pedra da Roseta, a Ciência tentava decifrar Champollion, cognominado “o Egípcio”, tamanho o seu conhecimento sobre aquela civilização milenar.

 

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A descoberta de Champollion foi além do enigma apresentado pela esfinge de Tebas, estátua com feições humanas e corpo de animal. Permitiu jogar luzes sobre um largo período da História Antiga, até então obscuro. Ao decifrar os hieróglifos, Champollion estava devassando o próprio passado, confirmando a doutrina das vidas sucessivas.  Doutrina que, à luz do Espiritismo, ganhou status de lei natural, instrumento da soberana Justiça Divina, corroborando o que já vaticinara o Mestre Jesus: “Ninguém poderá ver o reino dos céus se não nascer de novo”.

Alguém ainda duvida? 

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