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SAPSE

Diretora: Neyde Schneider
E-mail: neydeschneider@bol.com.br
E-mail:
apse@usesp.org.br
Secretario: Raimundo Nonato Porto
2a. secretaria: Rosana Roque

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Departamento de Assistência e Promoção Social Espírita

O que faz:
Apresentar propostas de orientação para o desenvolvimento do serviço de assistência, promoção e ação social às organizações espíritas: centros e instituições, fundamentadas na Doutrina Espírita, na legislação federal, estadual e municipal norteadoras das ações sociais.

Qual o objetivo
1. Desenvolver ações que permitam o conhecimento: dos fundamentos da Doutrina Espírita relativamente à assistência e promoção social; da legislação especifica pertinente;
2. Oferecer  roteiros e formas de atuação aos Centros e Entidades Espíritas com procedimentos mais adequados e eficientes.

Principais atividades:
– divulgar, estimular e promover o estudo e aplicação do texto Orientação ao Centro Espírita, aprovado Pelo Conselho Federativo Nacional da FEB, especialmente o capítulo VII – Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita;
– divulgar, estimular e promover o estudo e aplicação do Manual de Apoio ao Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita – SAPSE elaborado pela Área do Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita do Conselho Federativo Nacional da FEB;
– promoção e realização de cursos, encontros e seminários, visando o estudo, trocas de experiências e aplicação da assistência e promoção social pelos trabalhadores e organizações espíritas em geral. (Plano de Trabalho para o Movimento Espírita Brasileiro – Diretriz 7 – CFN-FEB e USE)

Diretor: Lirálcio Ricci
E-mail: arte@usesp.org.br
1º secretário: Julio Nunes
2º secretário: Hélio Menandro

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ARTES

“As artes só sairão do seu torpor quando houver uma reação visando as ideias espiritualistas”.

“A decadência das artes no século atual é o resultado inevitável da concentração das ideias nas coisas materiais, e esta concentração, por sua vez, é o resultado da ausência de qualquer crença na espiritualidade do ser. É matematicamente exato dizer que, sem crenças, as artes não têm vitalidade possível e que toda transformação filosófica traz, necessariamente, uma transformação artística paralela.”
Allan Kardec

Diretor: Mauro Antônio dos Santos
E-mail: aece@usesp.org.br
1º secretário: Fernando Porto
2º secretário: Luiz Cláudio da Silva
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O Atendimento Espiritual no Centro Espírita abrange as seguintes atividades:

·     Recepção
·     Atendimento Fraterno pelo Diálogo
·     Explanação do Evangelho à Luz da Doutrina Espírita
·     Atendimento pelo Passe
·     Irradiação
·     Evangelho no Lar e no Coração

RECEPÇÃO
Finalidade
Consiste em receber fraternalmente os que chegam ao Centro Espírita, especialmente os que chegam pela primeira vez, esclarecendo, orientando, informando sobre as atividades, reuniões e cursos realizados na Casa.

Participantes
·     Um coordenador para estruturar, capacitar e coordenar a equipe de recepção para cada reunião/atividade.
·     Uma equipe de recepção escalada em numero suficiente para atender a demanda de cada reunião/atividade.

Desenvolvimento
·     Cumprimentar e dar boas vindas.
·     Colocar-se a disposição para eventuais informações.
·     Colocar aquele que chega à vontade, sem constrangê-lo com muitas perguntas.
·     Orientar sobre o funcionamento e instalações do Centro Espírita, disponibilizando os diversos tipos de atividades e cursos oferecidos.
·     Responder duvida e indagações, de maneira clara, objetiva, direta, concisa, imprimindo afetividade, naturalidade e segurança,
·     Encaminhar o visitante à área desejada ou à pessoa que possa de maneira mais especifica auxiliá-lo.

Recomendação
Selecionar e capacitar, continuamente, os colaboradores que tenham um perfil adequado para a tarefa e conhecimento doutrinário, maturidade emocional, bom senso, simpatia, alegria naturalidade e segurança.

Conceito
Consiste em receber fraternalmente aquele que busca o Centro Espírita, dando-lhe a oportunidade de expor, livremente e em caráter privativo e sigiloso, suas dificuldades e necessidades.

Finalidade
Acolher de forma fraterna e solidária dentro dos princípios da Doutrina Espírita, ouvindo e orientando aquele que:
·     Deseja fazer uma visita e/ou integrar-se às atividades do Centro Espírita
·     Deseja receber ajuda material e/ou espiritual
·     Deseja informação ou estudo
·     Tem interesse em conhecer a Doutrina Espírita e o trabalho espírita.

Participantes
·     Um coordenador para organizar, capacitar e coordenar a equipe para a atividade.
·     Uma equipe em número suficiente para atender a demanda das atividades de recepção, encaminhamento e diálogo.
·     Os que buscam esclarecimento, amparo, orientação ou consolo.

DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES

Acolhimento:
Acolher fraternalmente quem chega, identificando o motivo de sua vinda e oferecendo-lhe os recursos de que o Centro Espírita dispõe para atendê-lo na sua necessidade: cursos, reuniões, evangelização da criança e do jovem e outros.

Diálogo fraterno:
·     Receber o visitante, ouvindo-o e identificando-lhe os problemas, carências ou aspirações, orientando-o segundo os princípios da Doutrina Espírita.
·     Reerguer a auto-estima e a esperança, esclarecendo-o de que, com apoio espiritual, somente ele poderá mudar o quadro de sua preocupação, através da própria posição mental e renovação íntima.
·     Orientar, sempre, para a necessidade da realização do Evangelho no Lar e no Coração, estimulando-o para o desenvolvimento do hábito da leitura saudável e para o estudo, sugerindo os livros adequados da Codificação Espírita e obras complementares.
·     Após as devidas orientações, se necessário, encaminhá-lo para a reunião de explanação do Evangelho e para o passe.

Encaminhamento:
Quando for o caso, encaminhar o atendido para as palestras, reuniões, cursos ou outras atividades da casa, compatíveis com as suas possibilidades.

Recomendação
Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade emocional, bom senso, empatia, alegria, afetividade, naturalidade e segurança.

Conceito
É uma reunião pública para a explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita, de maneira programada e com uma sequência de trabalho previamente estabelecida.

 Finalidades
a) Analisar e expor ao público presente, de forma simples e objetiva, o conteúdo de O Evangelho segundo o Espiritismo,destacando os ensinos morais do Evangelho à luz dos esclarecimentos espíritas;
b) Consolar e esclarecer aos que se acham em dificuldades pela desencarnação de entes queridos, separações, conflitos,doenças, depressões etc.
c) Amparar, erguer e orientar doutrinariamente sobre as causas das aflições e os meios para compreendê-las.

Participantes
a) Um dirigente para iniciar, coordenar e encerrar a reunião;
b) Um colaborador para fazer a leitura de harmonização e/ou prece;
c) Um expositor, para a palestra;
d) Público que busca o esclarecimento e o consolo à luz da Doutrina Espírita.

Desenvolvimento das atividades
a) Preparação: Ler página evangélico-doutrinária para harmonização.
b) Prece inicial: Fazer uma prece concisa, simples, inteligível,objetiva, clara e audível, buscando na sintonia com o Plano Maior a própria harmonização íntima.

c) Explanação: Ler e comentar os itens de O Evangelho segundo o Espiritismo em estudo seqüencial (30 a 35 min).

d) Irradiações: Fazer irradiações (também conhecida por vibrações) em benefício da fraternidade universal, pelo entendimento entre as religiões e pela paz entre os homens.

e) Prece final: Fazer uma prece concisa, simples, inteligível, objetiva, clara e audível, agradecendo a oportunidade do aprendizado, da convivência fraterna e do amparo espiritual.

Recomendações
a) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham em perfil adequado para a tarefa: – conhecimento evangélico-doutrinário,
– facilidade para falar em público, maturidade emocional, bom senso, simpatia, alegria, afetividade, naturalidade e segurança.

b) Aplicam-se a este item as “Recomendações Específicas” referente ao Capítulo I – Palestras Públicas. Do livro Orientação ao Centro Espírita  que você encontra no site www.usesp.org.br

Conceito
O Passe, à luz da Doutrina Espírita, é uma transmissão de energias fluídicas de uma pessoa para a outra pessoa que as recebe, em clima de prece, com a assistência dos Espíritos superiores.

Finalidade
O Atendimento pelo Passe visa a oferecer aos que necessitam e desejam receber os fluidos de reequilíbrio e de paz oferecidos pelos Benfeitores espirituais por intermédio dos colaboradores encarnados,de maneira simples, organizada e com um planejamento previamente estabelecido.

Participantes
a) Um coordenador da tarefa.
b) Aplicadores de passes
c) Um responsável pelo encaminhamento das pessoas.
d) Interessados em receber o passe.

Desenvolvimento das atividades
Ao término da atividade de explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita:
a) A equipe de trabalhadores do atendimento pelo passe, com seu coordenador, deverá reunir-se no local destinado aos passes(se possível uma sala), para a prece preparatória em conjunto;

b) Fazer o encaminhamento para o local dos passes de um número de pessoas compatível com o número de aplicadores de passe;

c) Mantido o estado de prece, cada aplicador de passe atenderá, individualmente, um assistido;

d) Após o passe, cada atendido poderá receber um copo (individual e descartável) com água magnetizada com as vibrações da prece (também conhecida como água fluidificada), e retirar-se.

e) Após o término dos atendimentos, a atividade será finalizada com uma prece de encerramento, podendo o coordenador indicar alguém do grupo para fazê-la.

Recomendações e observações
a) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade emocional, bom senso,simpatia, alegria, afetividade, naturalidade e segurança.

b) Utilizar sala própria ou discretamente isolada, contendo cadeiras para os atendidos, em número correspondente ao de colaboradores.

c) Convidar, antes do início da tarefa, os colaboradores escalados para a aplicação do passe para ouvirem a explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita.

d) Aplicar o passe com simplicidade, sem gesticulação exagerada ou respiração ofegante, sem bocejo ou articulação de palavras.

e) Evitar o toque direto no atendido, por desnecessário e inconveniente, e a passividade para comunicação mediúnica.

f) As pessoas impossibilitadas de se locomoverem de sua residência poderão receber os benefícios do passe por uma equipe de aplicadores – nunca por uma só pessoa – designada pelo coordenador da atividade.

g) Utilizar música suave no ambiente.

Conceito
É uma reunião privativa de vibração em conjunto para irradiar energias de paz, de amor e de harmonia, inspiradas na prática do Evangelho à luz da Doutrina Espírita, em favor de encarnados e desencarnados carentes de atendimento espiritual.

Finalidade
Amparar e fortalecer os carentes de atendimento espiritual e os trabalhadores do Centro Espírita e do Movimento Espírita.

 Participantes
a) Um coordenador.
b) Colaboradores – treinados na irradiação e disciplina mental, para a sustentação vibratória.

Desenvolvimento das atividades
a) Leitura preparatória.
b) Prece inicial.
c) Vibrações.
d) Prece final.
Obs.: Tempo previsto para a reunião: no máximo,uma hora.

Recomendações
a) Utilizar música suave no ambiente.
b) Usar para a preparação do ambiente, de preferência, os livros de mensagens como: Pão Nosso; Caminho, Verdade e Vida; Fonte Viva; Vinha de Luz e Palavras de Vida Eterna.
c) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham o propósito de ajudar e um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade emocional, bom senso, afetividade, naturalidade e segurança.

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Conceito
É uma reunião privativa de vibração em conjunto para irradiar energias de paz, de amor e de harmonia, inspiradas na prática do Evangelho à luz da Doutrina Espírita, em favor de encarnados e desencarnados carentes de atendimento espiritual.

 Finalidade
Amparar e fortalecer os carentes de atendimento espiritual e os trabalhadores do Centro Espírita e do Movimento Espírita.

 Participantes
a) Um coordenador.
b) Colaboradores – treinados na irradiação e disciplina mental, para a sustentação vibratória.

Desenvolvimento das atividades
a) Leitura preparatória.
b) Prece inicial.
c) Vibrações.
d) Prece final.
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Recomendações
a) Utilizar música suave no ambiente.
b) Usar para a preparação do ambiente, de preferência, os livros de mensagens como: Pão Nosso; Caminho, Verdade e Vida; Fonte Viva; Vinha de Luz e Palavras de Vida Eterna.
c) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham o propósito de ajudar e um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade
emocional, bom senso, afetividade, naturalidade e segurança.

1. Conceito
Atividade de apoio à implantação de reuniões do Evangelho no lar e no coração

2. Finalidade
Incentivar e colaborar na implantação do Evangelho no lar junto aos freqüentadores e trabalhadores do Centro Espírita.

3. Participantes
a) Uma equipe, devidamente preparada, formada por um coordenador e visitadores, para prestar atendimento e colaboração na fase inicial.
b) Pessoas interessadas na implantação do Evangelho no lar junto à sua família.

4. Desenvolvimento
a) Reunião preparatória no Centro Espírita com a prece em conjunto e leitura evangélica;
b) Visita aos lares que solicitaram atendimento, realizando o Evangelho no lar conforme o roteiro recomendado no item anterior;

5. Recomendações
a) Realizar a visitação semanalmente ou quinzenalmente, porém sempre em dia e hora fixos
b) Demorar-se nos lares visitados apenas o tempo necessário.
c) Evitar lanches que caracterizem uma obrigação para o visitado
d) Evitar, durante a visita, manifestações mediúnicas
e) Levar livros adequados à tarefa.
f) Convidar a família visitada a participar das atividades que o Centro Espírita realiza: Explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita; Evangelização Espírita da Infância e da Juventude; Estudo Sistematizado e outras.
g) Manter a visitação até que a família se sinta segura para realizar a reunião.
h) Não permitir a distribuição de doações materiais nesta tarefa.
i) Incentivar e divulgar a realização do Evangelho no lar por meio de folhetos, espaços radiofônicos, revistas, jornais, internet e outros meios de comunicação, evidenciando os benefícios dessa reunião familiar.
j) Esclarecer o caráter espírita do trabalho aos que solicitarem as visitas.

COMUNICAÇÃO

 

Coordenação: Julia Nezu Oliveira

E-mail: comunicação@usesp.org.br

Relações Públicas Institucionais

Diretor: Merhy Seba
E-mail: merhy@ig.com.br

Jornal DIRIGENTE ESPIRITA

Editor: Rubens Toledo
Assessores: Marco Antônio S. Oliveira, Matheus Vigliar, Norberto C. Weinlich

DIRIGENTE Online

Editor: A. J. Orlando

Programa Momento Espírita (Rede Boa Nova)

Coordenação: Suzete Maria Andreotti Amorim
Secretaria: Marthinha Rios Guimarães

 

A Comunicação Social Espírita destina-se:

I) Ao público interno do Movimento Espírita (pessoas e instituições) tendo por objetivos:
A) Servir de canal de informações sobre dados e fatos relacionados com as atividades das instituições espíritas que tenham por ? m o estudo, a prática e a difusão da Doutrina Espírita;
B) Criar condições ideais ao exercício do diálogo entre os participantes das sociedades espíritas, de tal forma que conceitos e ações sejam compartilhados por todos os segmentos de públicos;
a) Nesta tarefa, a informação e o diálogo passam a ser também, meios de promover a união dos espíritas e de suas instituições, dinamizar o trabalho de uni?cação e favorecer o crescimento do movimento espírita.

II) Ao público em geral, com o objetivo de:

A) Criar campo favorável para que a ação comunicativa com o público externo (pessoas e instituições não-espíritas) seja desenvolvida de maneira completa (identi?cando-se com o processo social básico: a interação), facilitando assim, a compreensão dos conceitos espíritas de modo fraterno e espontâneo, através dos recursos e meios adequados e disponíveis.

B) Nesta tarefa, não há o propósito de converter. Há o propósito de dialogar, informar e esclarecer. Divulga-se a Doutrina Espírita porque ela representa uma verdade consoladora, que é válida, útil e necessária aos homens e que concorre para a melhoria da Humanidade. Sua aceitação, todavia, será sempre voluntária e consciente. Sua imagem estará sempre associada à liberdade com responsabilidade.

Princípios e Diretrizes
I) Toda comunicação social espírita, independente de sua forma de expressão e do público a que se destina, deve re?etir o amor  e a verdade que estão contidos na Doutrina Espírita;

II) Em todas as situações, a mensagem deve ser dirigida no rumo do entendimento fraternal, visando dialogar, informar e orientar, mas também projetar uma imagem favorável e positiva do Espiritismo;

III) Independente do grau de informação e persuasão que a mensagem apresente, ela deve se revestir de equilíbrio e harmonia, visando contribuir, efetivamente, para esclarecer, consolar e orientar;

IV) A comunicação social espírita deve sempre re?etir uma postura dialógica e expositiva e nunca impositiva, respeitando-se tanto o princípio de liberdade que a Doutrina Espírita preconiza como também o público a que se destina que tem faixas de interesse e motivação que não podem ser violentadas;

V) Toda comunicação social espírita deve caracterizar-se pelo propósito prioritário de promover a Doutrina Espírita, sua mensagem, seus princípios e seus benefícios, sem a preocupação de destaque para a pessoa que a promove;

VI) A seleção de veículos, bem como a forma de utilizá-los, deve observar os aspectos éticos e técnicos para re? etir em qualidade e natureza, o mesmo nível elevado dos objetivos colimados.Se porventura, houver necessidade de eventual patrocínio para sustentação econômica da atividade, esse apoio não deverá, em hipótese alguma, gerar qualquer subordinação à instituição promotora ou à atividade em si;

VII) A forma de apresentação da mensagem deve primar pela simplicidade, isentando-se de qualquer conotação sensacionalista, não obstante deva ser atualizada e dinâmica;

VIII) Diante de uma proposta de trabalho de comunicação social espírita, analisar a oportunidade de sua realização, pois, a despeito do valor que apresente, muitas vezes, o momento pode não ser o mais adequado à sua concretização ou se mostrar incompatível com os interesses gerais da tarefa que se pretende realizar.

EDUCAÇÃO

Diretora:
E-mail: educacao@usesp.org.br

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JUSTIFICATIVA
Fundamentando o trabalho do Departamento de Educação da USE recolhemos algumas orientações textuais, dos espíritos e seus colaboradores, de grande peso e responsabilidade, para a tarefa da Doutrina Espírita relativamente à Educação, que se desdobram em inúmeras questões no Livro dos Espíritos e em páginas de orientações pontuais sobre o que deve ser realizado nessa área. Recomendada pelos espíritos e considerada pelos espíritas como Doutrina de Educação, o caráter pedagógico do Espiritismo não se limita ao mérito formativo de seu codificador, ultrapassando-o para encontrar em seus encaminhamentos pessoais e nos dos que lhe procederam, desdobramentos e orientações enfáticas para realização dessa tarefa. Considerando também o delicado momento de travessia em que nos encontramos nada mais oportuno, senão tardio, que a Educação Espírita se fortaleça num amplo movimento, ancorado no Evangelho de Jesus, orientando os caminhos na ajuda necessária e urgente à toda sociedade.
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L.E.
Questão 913: Entre os vícios, qual o que podemos considerar radical?

R: Já o dissemos muitas vezes; o egoísmo. Dele se deriva todo o mal. Estudai todos os vícios, e vereis que no fundo de todos existe egoísmo. Por mais que luteis contra eles, não chegareis a extirpá-los enquanto não os atacardes pela raiz, enquanto não lhes houverdes destruído a causa. Que todos os vossos esforços tendam para esse fim, porque nele se encontra a verdadeira chaga da sociedade. Quem nesta vida quiser se aproximar da perfeição moral, deve extirpar do seu coração todo sentimento de egoísmo, porque o egoísmo é incompatível com a justiça, o amor e a caridade: ele neutraliza todas as outras qualidades.

Questão 914: Estando o egoísmo fundado no interesse pessoal, parece difícil extirpá-lo inteiramente do coração do homem. Chegaremos a isso?

R: À medida que os homens se esclarecem sobre as coisas espirituais, dão menos valor às materiais; em seguida é necessário reformar as instituições humanas, que as entretem e excitam. Isso depende da educação. Livro dos Espíritos; Tradução J. Herculano Pires Ed.Lake
“ Um tempo se acaba; novos tempos se anunciam. A hora em que estamos é uma hora de transição e de parto doloroso. As formas esgotadas do passado empalidecem-se e se desfazem para dar lugar a outras, a princípio vagas e confusas, mas que se precisam cada vez mais.” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.18)
…… “O espírito humano está em trabalho, por toda parte, sob a aparente decomposição das idéias e dos princípios; por toda a parte, na Ciência, na Arte, na Filosofia e até no seio das religiões, o observador atento pode verificar que uma lenta e laboriosa gestação se produz. A Ciência, essa sobretudo, lança em profusão sementes de ricas promessas. O século que começa será o das potentes eclosões.” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.18)
….“A tarefa a cumprir é grande. A educação do homem deve ser inteiramente refeita. Essa educação, já o vimos, nem a Universidade, nem a Igreja estão em condições de a fornecer, pois que já não possuem as sínteses necessárias para esclarecerem a marcha das novas gerações. Uma só doutrina pode oferecer essa síntese, a do Espiritualismo científico; já ela sobe no horizonte do mundo intelectual e parece que há de iluminar o futuro.” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.17)
….”Ainda alguns anos de labor paciente, de experimentação conscienciosa, de pesquisas perseverantes, e a nova educação terá encontrado sua fórmula científica, sua base essencial. Esse acontecimento será o maior fato da História, desde o aparecimento do Cristianismo”. (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.17)
…”A Educação, sabe-se, é o mais poderoso fator de progresso, pois contém em germen todo o futuro” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.17)
“O Espiritismo é uma doutrina ética. Seus objetivos morais superam os limites da moralidade terrena, projetando-se no plano ético do Espírito. Assim, a Pedagogia Espírita que deve ser a teoria geral da Educação Espírita, é de natureza ética. Todos os seus princípios devem convergir para a finalidade doutrinária de transformar o Homem num ser moral capaz de construir um Mundo Moral na Terra”. (PIRES, p.156)

PROPOSTA
* Construir instrumentos conceituais pertinentes ao âmbito pedagógico que nos habilitem ampliar a compreensão da mensagem evangélica e doutrinária.
* Revisar as concepções que orientam às ações pedagógicas espíritas atuais e ampliar o rol de elementos que contribuem para a ampliação dessas concepções.
* Conceber os diferentes espaços em que vivemos como espaços relacionais pertinentes ao aprendizado e, portanto, pedagógicos.
* Compreender, pela reflexão sobre a “linguagem”, os diferentes âmbitos em que nos movemos, ajudando a diferenciar o âmbito das ações que realizamos das explicações e justificativas que lhes damos.

METAS
* Ampliar o âmbito das habilidades cognitivas que nos possibilite desenvolver ações   pertinentes às demandas sociais atuais.
* Fortalecer a construção de uma racionalidade fundada na vivência orientada pela moral do evangelho.
* Identificar a especificidade das contribuições oferecidas pelos conteúdos evangélicos e doutrinários na orientação do trabalho da casa espírita e fora dela.
* Identificar a organização, estrutura e funcionamento da casa espírita como espaços para o exercício do conviver evangelicamente.

METODOLOGIA
* Orientação de leituras prévias de suporte teórico para as reuniões com os interessados.
* Reflexão sobre práticas dos participantes realizadas na casa espírita disponibilizadas para o grupo.
* Proposição de construção de novos espaços relacionais orientados por valores construídos no exercício de consenso apoiados nos conteúdos enunciados na meta desse trabalho.

EDUCAR NO AMAR
Uma oportunidade a mais para o entendimento humano

*Tecnologia – conjunto de conhecimento, princípios científicos que se aplicam a um determinado ramo de atividade. (dicionário Aurélio)

ESDE

Diretor: Mário Gonçalves
E-mail: esde@usesp.org.br

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esde

ESDE significa Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita. Trata-se de uma reunião privativa de grupos, cujo objetivo é o estudo metódico, contínuo e sério do Espiritismo, com programação fundamentada na Codificação Espírita utilizando as apostilas do ESDE e outros autores que enriquecem a Codificação.
Os grupos funcionam com cerca de 30 pessoas. Este estudo é destinado a todos, espíritas ou não, que tenham interesse em conhecer e ter uma visão clara do que se trata o Espiritismo

O estudo segue a orientação de material elaborado pela FEB – Federação Espírita Brasileira, tanto nas sugestões didáticas quanto no conteúdo programático, e tem duração de três anos.

CONSEQUÊNCIAS DOS ESTUDOS
Os estudos da doutrina espírita trazem amplas conseqüências para aqueles que os freqüentam:
1. Contribui norteando o ser à luz do Espiritismo na sua jornada evolutiva.
2. Promove a consciência quanto à vida material e espiritual.
3. Amplia sua consciência quanto à visão ética e moral e a importância da sua aplicação.
4. Facilita o auto conhecimento
5. Elucida que todas as resposta estão dentro e não fora do ser.
6. Exercita sua auto responsabilidade no uso do seu livre arbítrio.
7. Propaga a doutrina espírita nas bases em que foi codificada;
8. Desenvolve a fé raciocinada;
9. Possibilita o entendimento do verdadeiro sentido da palavra caridade, induzindo à sua prática;
10. Capacitando o ser através do estudo da Doutrina espírita ao seu aprimoramento pessoal com o exemplo na trajetória de Jesus.

Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita

IMPORTÂNCIA DO ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA

A necessidade de sistematização do estudo do Espiritismo foi antevista por Allan Kardec, conforme se lê no Projeto 1868, inserido em “Obras Póstumas”, in verbis:
Um curso regular de Espiritismo seria professado com o fim de desenvolver os princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios (…) Considero esse curso como de natureza a exercer capital influência sobre o futuro do Espiritismo e sobre suas conseqüências.
Nas palavras de Kardec, um curso regular de Espiritismo exerceria “capital influência sobre o futuro do Espiritismo e sobre suas conseqüências”. E isso porque, sendo o crivo da razão o princípio básico de aceitação das idéias espíritas, a divulgação do Espiritismo reclamava a formação de adeptos esclarecidos, que fossem capazes de manter a Doutrina isenta dos erros e dos desvios causados pela ignorância.
Com o passar do tempo, a urgência de se organizar um estudo metódico do Espiritismo foi-se impondo, notadamente no Brasil, à medida que se ia intensificando a procura do público pelas Casas Espíritas. Esse afluxo crescente de pessoas em busca da informação doutrinária, causado, em grande parte, pela ampla divulgação do Espiritismo, passou a preocupar os líderes do Movimento Espírita. Tornava-se necessário proporcionar aos freqüentadores do Centro Espírita a oportunidade de estudarem o Espiritismo de forma sistematizada, quando os conteúdos doutrinários lhes seriam apresentados ordenadamente, obedecendo a uma seqüência lógica de assuntos inter-relacionados.
Não faltou o apelo do Plano Espiritual no mesmo sentido, tanto que o Espírito Angel Aguarod, em mensagem recebida, em 1977, na Federação Espírita do Rio Grande do Sul, enfatiza: Cabe, pois, aos espíritas, responsáveis pelo Movimento Espírita, uma ampla tarefa de divulgação das obras básicas da Doutrina, promovendo um estudo sistemático das mesmas.

Finalmente, em 1983, ocorre o lançamento da Campanha do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE), em reunião memorável do Conselho Federativo Nacional. Na ocasião, o Espírito Bezerra de Menezes, em mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, acentuou: Um programa de estudo sistematizado da Doutrina Espírita, sem nenhum demérito para todas as nobres tentativas que têm sido feitas ao longo dos anos (…) é o programa da atualidade sob a inspiração do Cristo.

 

Oficinas do 7º Encontro Paulista de Monitores do ESDE, realizado nos dias 25 e 26 de julho de 2015, em São José do Rio Preto

Faça o download dos arquivos abaixo:

Diretora: Ângela Bianco
E-mail: eventos@usesp.org.br
Secretarias: Eva Bugolin e Elza Saorin
Assistente: Roberto Bianco

EVENTOS
Em seu sentido mais amplo, evento se define como toda e qualquer iniciativa que tenha a finalidade reunir pessoas, em um mesmo ambiente, com foco em objetivos ou fins comum.
 
Classíficação

I) Quanto à modalidade
Congressos, simpósios, encontros, workshops, seminários, conferências, palestras públicas, painel, fórum, mesa-redonda, feiras, e outras (Veja diferenças entre os eventos, em Leitura Complementar).

II) Quanto à natureza
Doutrinários: são constituídos de palestras, conferências públicas, exposições doutrinárias, congressos, seminários, mesas redondas, workshops etc.;

Promocionais: enquadram-se nessa categoria, as feiras do livro espírita, feiras de artesanato, bazares, lançamentos de campanhas, palestras seguidas de autógrafos etc.;

Institucionais: são eventos comemorativos com ênfase em efemérides de personalidades e de instituições espíritas;

Culturais: apresentam atividades de caráter cultural associadas a teatro, sessão líteromusical e outras formas de promover a cultura, concomitantes a eventos confraternativos;

Mistos: reúnem, ao mesmo tempo, num só lugar, várias modalidades, p.ex., a apresentação de cine-debate ou uma sessão de cinema, simultaneamente com stand ou banca de livros e espaço para autógrafos dos autores.

Na Seara Espírita, é muito comum a realização de eventos de natureza doutrinária, cujo objetivo é difundir o Espiritismo, ampliar o conhecimento, gerar clima favorável ao estreitamento de laços de amizade entre os espíritas e, ao mesmo tempo, propiciar condições ideais à confraternização entre as Instituições.

INFÂNCIA

Diretora: Ana Luísa de Almeida Boiago
1ª Secretária: Talissa Valentina Ribeiro
2º Secretário: Walteno Santos Bento da Silva
E-mail: infancia@usesp.org.br

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Departamento de Doutrina

Diretor: Marco Milani
E-mail: livro@usesp.org.br

Assessores:

Giovanni Bruno (Campinas)
Irineu Barbosa (São Paulo)
José Geraldo Munhoz (Serra Negra/Circuito das Águas)
Sérgio Farias (São Paulo)

Departamento Comercial (Livraria, Editora, E-commerce)

Diretora: Rosana Gaspar

Assessores:

Maurício Romão (São Paulo)
Meg Guirau e Newton Guirau (Limeira)

Departamento de Mediunidade

Diretor: Sílvio Cesar C. Costa
1• secretário: Poliana Bellan
2• secretário: Luiz Eduardo Ribeiro

Email:mediunidade@use.org.br
Facebook: https://www.facebook.com/usemep

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O Departamento de Estudo e Educação da Mediunidade da  União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, foi criado a partir de uma divisão do Departamento de Orientação Doutrinária, para que houvesse no Estado uma área específica sobre o assunto.

O antigo D.O.D. foi dividido em três áreas: Departamento de Atendimento Espiritual, Departamento de Mediunidade, e, ESDE – Ensino Sistematizado da Doutrina Espírita.

O Departamento de Estudo e Educação da Mediunidade, tem por objetivos:

a)   Coordenar e orientar o Estudo e a Educação da Mediunidade no Estado de São Paulo, visando seguir as bases mediúnicas propostas no Livro dos Médiuns por Allan Kardec, e complementadas em obras auxiliares de cunho exclusivamente espírita em relação aos fenômenos da Mediunidade;

b)   Orientar a organização e funcionamento dos Departamentos relativos à Mediunidade nos órgãos da USE, e quando solicitado, nas Sociedades Espíritas;

c)   Realizar seminários e encontros com a finalidade do esclarecimento e do entendimento por todos, da Mediunidade como instrumento de crescimento individual do ser.

d) O departamento de mediunidade faz parte da Área de Estudos do Espiritismo, divulgando e preparando tarefeiros para o curso: “MEP: Mediunidade: Estudo e Pratica”.

O Departamento de Estudo e Educação da Mediunidade tem seu diretor indicado pela Diretoria Executiva da USE do Estado de São Paulo.

MOCIDADE

Diretor: Gustavo Ferreira Bento
E-mail: mocidade@usesp.org.br

Secretários:

Secretário Administrativo: Adolfo Luiz Medina Murilha Cristovam
Secretária de Doutrina: Juliana de Moraes das Chagas
Secretária de Artes: Ana Clara Spera
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O Departamento de Mocidade da  União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (DM/USE), tem por objetivo:

– Coordenar e orientar os trabalhos de Mocidade Espírita no Estado de São Paulo, visando seu aprimoramento Administrativo e Doutrinário, com base nas obras codificada spor Allan Kardec, para atender as finalidades que lhe competem;

– Buscar o fortalecimento do Movimento de Unificação, com base no ideal de unificação patrocinado pela USE;

– Orientar a organização e o funcionamento dos departamentos de Mocidade dos órgãos da USE, e quando solicitado, os das sociedades espíritas.

O DM/USE tem seu diretor indicado pelas Mocidades Espíritas de todo estado. Esse por sua vez, é auxiliado por 3 secretários, Administrativo, Doutrina e Divulgação. Mas devido ao tamanho do estado, ainda é necessário dividi-lo em 4 grandes regiões que abrangem as Regionais da USE, chamadas de Assessorias Seccionais, sendo estas coordenadas por seus Assessores e Adjuntos.

Para fortalecer os laços de amizade e confraternização dos Membros das Mocidades Espíritas, estudo da Doutrina Espírita, estímulo à vivencia dos princípios espíritas e incentivo à participação e integração dos jovens nos trabalhos de Mocidade Espírita e Movimento Juvenil de Unificação, o DM/USE organiza Encontros Seccionais, anualmente na chamada “Semana Santa”.

O DM/USE foi criado para servir e auxiliar as Mocidades Espíritas, sem Mocidade não há DM.

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Regiões Administrativas do DM/USE Estadual

1ª Assessoria Seccional (Leste)
Regionais: BAIXADA SANTISTA E VALE DO RIBEIRA, CACHOEIRA PAULISTA, GRANDE ABC, SÃO PAULO, TAUBATÉ
Assessores: Edmilson Ávila, Juliana Barato, Paulo Bueno

2ª Assessoria Seccional (Centro-Leste)
Regionais: CAMPINAS, JUNDIAÍ, MOGI-MIRIM, PIRACICABA, RIO CLARO, SOROCABA, SÃO JOÃO DA BOA VISTA
Assessores: Laura Murari, Daniel Cássio

3ª Assessoria Seccional (Norte)
Regionais: FRANCA, JALES, RIBEIRÃO PRETO, SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
Assessores: Alysson Santos, Luiz Fabiano

4ª Assessoria Seccional (Oeste)
Regionais: ARAÇATUBA, ASSIS, BAURU, ILHA SOLTEIRA, JAÚ, NOVA ALTA PAULISTA, MARÍLIA, PRESIDENTE PRUDENTE
Assessores: Filipe Felix, Jader Almeida

 

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RELAÇÕES PUBLICAS

Atualmente, relacionar-se com o público é uma necessidade fundamental para que as instituições possam manter-se e expandir suas frentes de trabalho.
O Centro Espírita não foge a essa regra básica, considerando que ele é um espaço de convivência fraterna, local de estudo, prática e divulgação da Doutrina Espírita.
Assim, tanto o público interno, como o externo precisa ser informado do que ocorre na instituição e no movimento espírita, pois é a partir dessas informações que se estabelecem as bases de uma direção segura e criam-se motivações para um trabalho espontâneo, harmônico e duradouro.
Nesse sentido, as ações de Relações Públicas e Institucionais podem contribuir para o bom desempenho das instituições espíritas.

Atribuições

1- Trabalhar em parceria com os demais departamentos da Instituição, de modo compartilhado, buscando realizar trabalhos conjuntos e dar suporte técnico, quando necessário;

2 – Fazer um levantamento da Mídia local ou regional, relacionando os veículos de comunicação de interesse da instituição, com dados sobre periodicidade, tiragem, circulação, perfil do leitor, ideologia política e religiosa, custos de espaços e outras informações adicionais, como nomes de proprietários, acionistas, editores e principais jornalistas;

3 – Dar visibilidade à realização de eventos e às informações gerais aos frequentadores da casa, através de quadros murais, boletins e/ou outros meios, como a Internet, através de site, e-mail etc;

4 – Elaborar matéria (Press release) sobre fatos e informações relevantes sobre a instituição e/ou do movimento espírita e enviar aos veículos de comunicação para publicação gratuita;

5 – Organizar e manter atualizado um arquivo (Clipping) de reportagens e notas da imprensa que citam fatos e comentários sobre o movimento espírita local e regional;

6 – Elaborar e manter atualizado um cadastro (Mailling-list) de nomes de pessoas e instituições de interesse da casa espírita;

7 – Estabelecer relação amistosa com Emissoras de Rádio e Televisão, Agências de Publicidade, Assessorias de Comunicação, Gráficas, Empresas de Outdoor locais, visando criar condições favoráveis ações na Mídia: entrevistas, reportagens e campanhas doutrinárias;

8 – Observar a Legislação Brasileira relacionada à atividade de comunicação (Lei de Imprensa, Códigos de Ética dos Profissionais de Relações Publicas, Propaganda, CONAR etc.), buscando a coerência e, sobretudo, a postura ético-espírita. Acesse: www.mj.org.br

9 – Recorrer ao Manual de Comunicação Social Espírita para se inteirar da estratégia ideal para se relacionar com a Imprensa e obter resultados positivos. Para isso, acesse:
www.feb.org.br

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