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APSE

Diretora: Neyde Schneider
E-mail: neydeschneider@bol.com.br
E-mail:
apse@usesp.org.br
Secretario: Raimundo Nonato Porto
2a. secretaria: Rosana Roque

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Departamento de Assistência e Promoção Social Espírita

O que faz:
Apresentar propostas de orientação para o desenvolvimento do serviço de assistência, promoção e ação social às organizações espíritas: centros e instituições, fundamentadas na Doutrina Espírita, na legislação federal, estadual e municipal norteadoras das ações sociais.

Qual o objetivo
1. Desenvolver ações que permitam o conhecimento: dos fundamentos da Doutrina Espírita relativamente à assistência e promoção social; da legislação especifica pertinente;
2. Oferecer roteiros e formas de atuação aos Centros e Entidades Espíritas com procedimentos mais adequados e eficientes.

Principais atividades:
– divulgar, estimular e promover o estudo e aplicação do texto Orientação ao Centro Espírita, aprovado Pelo Conselho Federativo Nacional da FEB, especialmente o capítulo VII – Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita;
– divulgar, estimular e promover o estudo e aplicação do Manual de Apoio ao Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita – APSE elaborado pela Área do Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita do Conselho Federativo Nacional da FEB;
– promoção e realização de cursos, encontros e seminários, visando o estudo, trocas de experiências e aplicação da assistência e promoção social pelos trabalhadores e organizações espíritas em geral. (Plano de Trabalho para o Movimento Espírita Brasileiro – Diretriz 7 – CFN-FEB e USE)

ARTE

Diretor: Lirálcio Ricci
E-mail: arte@usesp.org.br
1º secretário: Alberto Centurião
2º secretária: Andreia Leão
Coordenador do Setor Teatro: Alberto Centurião
Coordenador do Setor Audiovisual: Andreia Leão
Coordenador do Setor Coral: André Poeta
Coordenador do Setor Música: Valdir Alves
Coordenador do Setor Infância e Mocidade: Luís Paganotti
Assessor ABRARTE: Júlio Nunes


ARTES

“As artes só sairão do seu torpor quando houver uma reação visando as ideias espiritualistas”.

“A decadência das artes no século atual é o resultado inevitável da concentração das ideias nas coisas materiais, e esta concentração, por sua vez, é o resultado da ausência de qualquer crença na espiritualidade do ser. É matematicamente exato dizer que, sem crenças, as artes não têm vitalidade possível e que toda transformação filosófica traz, necessariamente, uma transformação artística paralela.”
Allan Kardec

ATENDIMENTO ESPIRITUAL

Diretor: Mauro Antônio dos Santos

E-mail: aece@usesp.org.br

1º secretário: Fernando Porto

2º secretário: Madalena Belucci

Assessor: Luiz Cláudio da Silva - Evangelho no Lar e no Coração


O que é o Departamento :

O AECE é o departamento de Atendimento Espiritual no Centro Espírita

Quais são seus objetivos ?

Atuar junto aos Órgãos Locais no sentido de sensibilizar os trabalhadores das demais áreas de trabalho da instituição e os trabalhadores envolvidos com o Atendimento Espiritual para a necessidade de sistematizar as tarefas do atendimento espiritual no centro espírita, prestando assessoramento no processo de capacitação de equipes, reunindo e elaborando material de estudo e trabalho, pertinentes às atividades nele compreendidas.

Qual a estrutura do departamento ?

Atualmente o Departamento do AECE da Estadual possui um Diretor, dois Secretários e um Assessor para a Atividade do Evangelho no Lar e no Coração.

O Atendimento Espiritual no Centro Espírita abrange as seguintes atividades:

  • Recepção
  • Atendimento Fraterno pelo Diálogo
  • Explanação do Evangelho à Luz da Doutrina Espírita
  • Atendimento pelo Passe
  • Irradiação
  • Evangelho no Lar e no Coração

Quais são as principais atividades e trabalhos do departamento ?

a) Estimular e assessorar a capacitação dos dirigentes e trabalhadores espíritas, para o correto entendimento de cada área abrangida pelo atendimento espiritual no centro espírita, quais sejam: recepção, atendimento fraterno pelo diálogo, atividade de explanação do evangelho à luz da Doutrina Espírita, atendimento pelo passe, irradiação, evangelho no lar e no coração e implantação do evangelho no lar, assim como para a percepção de seu inter-relacionamento e integração com as realidades existentes;

b) contribuir na melhoria das atividades do atendimento espiritual que já estão sendo realizadas nos centros espíritas;

c) elaborar e publicar material de trabalho tais como: apostilas, slides, impressos, folder etc., embasado nas obras básicas e complementares, para atender as atividades dos vários setores do atendimento espiritual.

Finalidade:

Consiste em receber fraternalmente os que chegam ao Centro Espírita, especialmente os que chegam pela primeira vez, esclarecendo, orientando, informando sobre as atividades, reuniões e cursos realizados na Casa.

Participantes

  • Um coordenador para estruturar, capacitar e coordenar a equipe de recepção para cada reunião/atividade.
  • Uma equipe de recepção escalada em numero suficiente para atender a demanda de cada reunião/atividade.

Desenvolvimento

  • Cumprimentar e dar boas vindas.
  • Colocar-se a disposição para eventuais informações.
  • Colocar aquele que chega à vontade, sem constrangê-lo com muitas perguntas.
  • Orientar sobre o funcionamento e instalações do Centro Espírita, disponibilizando os diversos tipos de atividades e cursos oferecidos.
  • Responder duvida e indagações, de maneira clara, objetiva, direta, concisa, imprimindo afetividade, naturalidade e segurança.
  • Encaminhar o visitante à área desejada ou à pessoa que possa de maneira mais especifica auxiliá-lo.

Recomendação

Selecionar e capacitar, continuamente, os colaboradores que tenham um perfil adequado para a tarefa e conhecimento doutrinário, maturidade emocional, bom senso, simpatia, alegria naturalidade e segurança.

Conceito
Consiste em receber fraternalmente aquele que busca o Centro Espírita, dando-lhe a oportunidade de expor, livremente e em caráter privativo e sigiloso, suas dificuldades e necessidades.

Finalidade
Acolher de forma fraterna e solidária dentro dos princípios da Doutrina Espírita, ouvindo e orientando aquele que:
·     Deseja fazer uma visita e/ou integrar-se às atividades do Centro Espírita
·     Deseja receber ajuda material e/ou espiritual
·     Deseja informação ou estudo
·     Tem interesse em conhecer a Doutrina Espírita e o trabalho espírita.

Participantes
·     Um coordenador para organizar, capacitar e coordenar a equipe para a atividade.
·     Uma equipe em número suficiente para atender a demanda das atividades de recepção, encaminhamento e diálogo.
·     Os que buscam esclarecimento, amparo, orientação ou consolo.

DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES

Acolhimento:
Acolher fraternalmente quem chega, identificando o motivo de sua vinda e oferecendo-lhe os recursos de que o Centro Espírita dispõe para atendê-lo na sua necessidade: cursos, reuniões, evangelização da criança e do jovem e outros.

Diálogo fraterno:
·     Receber o visitante, ouvindo-o e identificando-lhe os problemas, carências ou aspirações, orientando-o segundo os princípios da Doutrina Espírita.
·     Reerguer a auto-estima e a esperança, esclarecendo-o de que, com apoio espiritual, somente ele poderá mudar o quadro de sua preocupação, através da própria posição mental e renovação íntima.
·     Orientar, sempre, para a necessidade da realização do Evangelho no Lar e no Coração, estimulando-o para o desenvolvimento do hábito da leitura saudável e para o estudo, sugerindo os livros adequados da Codificação Espírita e obras complementares.
·     Após as devidas orientações, se necessário, encaminhá-lo para a reunião de explanação do Evangelho e para o passe.

Encaminhamento:
Quando for o caso, encaminhar o atendido para as palestras, reuniões, cursos ou outras atividades da casa, compatíveis com as suas possibilidades.

Recomendação
Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade emocional, bom senso, empatia, alegria, afetividade, naturalidade e segurança.

Conceito
É uma reunião pública para a explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita, de maneira programada e com uma sequência de trabalho previamente estabelecida.

 Finalidades
a) Analisar e expor ao público presente, de forma simples e objetiva, o conteúdo de O Evangelho segundo o Espiritismo,destacando os ensinos morais do Evangelho à luz dos esclarecimentos espíritas;
b) Consolar e esclarecer aos que se acham em dificuldades pela desencarnação de entes queridos, separações, conflitos,doenças, depressões etc.
c) Amparar, erguer e orientar doutrinariamente sobre as causas das aflições e os meios para compreendê-las.

Participantes
a) Um dirigente para iniciar, coordenar e encerrar a reunião;
b) Um colaborador para fazer a leitura de harmonização e/ou prece;
c) Um expositor, para a palestra;
d) Público que busca o esclarecimento e o consolo à luz da Doutrina Espírita.

Desenvolvimento das atividades
a) Preparação: Ler página evangélico-doutrinária para harmonização.
b) Prece inicial: Fazer uma prece concisa, simples, inteligível,objetiva, clara e audível, buscando na sintonia com o Plano Maior a própria harmonização íntima.

c) Explanação: Ler e comentar os itens de O Evangelho segundo o Espiritismo em estudo seqüencial (30 a 35 min).

d) Irradiações: Fazer irradiações (também conhecida por vibrações) em benefício da fraternidade universal, pelo entendimento entre as religiões e pela paz entre os homens.

e) Prece final: Fazer uma prece concisa, simples, inteligível, objetiva, clara e audível, agradecendo a oportunidade do aprendizado, da convivência fraterna e do amparo espiritual.

Recomendações
a) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham em perfil adequado para a tarefa: – conhecimento evangélico-doutrinário,
– facilidade para falar em público, maturidade emocional, bom senso, simpatia, alegria, afetividade, naturalidade e segurança.

b) Aplicam-se a este item as “Recomendações Específicas” referente ao Capítulo I – Palestras Públicas. Do livro Orientação ao Centro Espírita  que você encontra no site www.usesp.org.br

Conceito
O Passe, à luz da Doutrina Espírita, é uma transmissão de energias fluídicas de uma pessoa para a outra pessoa que as recebe, em clima de prece, com a assistência dos Espíritos superiores.

Finalidade
O Atendimento pelo Passe visa a oferecer aos que necessitam e desejam receber os fluidos de reequilíbrio e de paz oferecidos pelos Benfeitores espirituais por intermédio dos colaboradores encarnados,de maneira simples, organizada e com um planejamento previamente estabelecido.

Participantes
a) Um coordenador da tarefa.
b) Aplicadores de passes
c) Um responsável pelo encaminhamento das pessoas.
d) Interessados em receber o passe.

Desenvolvimento das atividades
Ao término da atividade de explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita:
a) A equipe de trabalhadores do atendimento pelo passe, com seu coordenador, deverá reunir-se no local destinado aos passes(se possível uma sala), para a prece preparatória em conjunto;

b) Fazer o encaminhamento para o local dos passes de um número de pessoas compatível com o número de aplicadores de passe;

c) Mantido o estado de prece, cada aplicador de passe atenderá, individualmente, um assistido;

d) Após o passe, cada atendido poderá receber um copo (individual e descartável) com água magnetizada com as vibrações da prece (também conhecida como água fluidificada), e retirar-se.

e) Após o término dos atendimentos, a atividade será finalizada com uma prece de encerramento, podendo o coordenador indicar alguém do grupo para fazê-la.

Recomendações e observações
a) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade emocional, bom senso,simpatia, alegria, afetividade, naturalidade e segurança.

b) Utilizar sala própria ou discretamente isolada, contendo cadeiras para os atendidos, em número correspondente ao de colaboradores.

c) Convidar, antes do início da tarefa, os colaboradores escalados para a aplicação do passe para ouvirem a explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita.

d) Aplicar o passe com simplicidade, sem gesticulação exagerada ou respiração ofegante, sem bocejo ou articulação de palavras.

e) Evitar o toque direto no atendido, por desnecessário e inconveniente, e a passividade para comunicação mediúnica.

f) As pessoas impossibilitadas de se locomoverem de sua residência poderão receber os benefícios do passe por uma equipe de aplicadores – nunca por uma só pessoa – designada pelo coordenador da atividade.

g) Utilizar música suave no ambiente.

Conceito
É uma reunião privativa de vibração em conjunto para irradiar energias de paz, de amor e de harmonia, inspiradas na prática do Evangelho à luz da Doutrina Espírita, em favor de encarnados e desencarnados carentes de atendimento espiritual.

Finalidade
Amparar e fortalecer os carentes de atendimento espiritual e os trabalhadores do Centro Espírita e do Movimento Espírita.

 Participantes
a) Um coordenador.
b) Colaboradores – treinados na irradiação e disciplina mental, para a sustentação vibratória.

Desenvolvimento das atividades
a) Leitura preparatória.
b) Prece inicial.
c) Vibrações.
d) Prece final.
Obs.: Tempo previsto para a reunião: no máximo,uma hora.

Recomendações
a) Utilizar música suave no ambiente.
b) Usar para a preparação do ambiente, de preferência, os livros de mensagens como: Pão Nosso; Caminho, Verdade e Vida; Fonte Viva; Vinha de Luz e Palavras de Vida Eterna.
c) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham o propósito de ajudar e um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade emocional, bom senso, afetividade, naturalidade e segurança.


Conceito
É uma reunião privativa de vibração em conjunto para irradiar energias de paz, de amor e de harmonia, inspiradas na prática do Evangelho à luz da Doutrina Espírita, em favor de encarnados e desencarnados carentes de atendimento espiritual.

 Finalidade
Amparar e fortalecer os carentes de atendimento espiritual e os trabalhadores do Centro Espírita e do Movimento Espírita.

 Participantes
a) Um coordenador.
b) Colaboradores – treinados na irradiação e disciplina mental, para a sustentação vibratória.

Desenvolvimento das atividades
a) Leitura preparatória.
b) Prece inicial.
c) Vibrações.
d) Prece final.
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Recomendações
a) Utilizar música suave no ambiente.
b) Usar para a preparação do ambiente, de preferência, os livros de mensagens como: Pão Nosso; Caminho, Verdade e Vida; Fonte Viva; Vinha de Luz e Palavras de Vida Eterna.
c) Selecionar e capacitar, continuadamente, os colaboradores que tenham o propósito de ajudar e um perfil adequado para a tarefa: conhecimento evangélico-doutrinário, maturidade
emocional, bom senso, afetividade, naturalidade e segurança.

1. Conceito
Atividade de apoio à implantação de reuniões do Evangelho no lar e no coração

2. Finalidade
Incentivar e colaborar na implantação do Evangelho no lar junto aos freqüentadores e trabalhadores do Centro Espírita.

3. Participantes
a) Uma equipe, devidamente preparada, formada por um coordenador e visitadores, para prestar atendimento e colaboração na fase inicial.
b) Pessoas interessadas na implantação do Evangelho no lar junto à sua família.

4. Desenvolvimento
a) Reunião preparatória no Centro Espírita com a prece em conjunto e leitura evangélica;
b) Visita aos lares que solicitaram atendimento, realizando o Evangelho no lar conforme o roteiro recomendado no item anterior;

5. Recomendações
a) Realizar a visitação semanalmente ou quinzenalmente, porém sempre em dia e hora fixos
b) Demorar-se nos lares visitados apenas o tempo necessário.
c) Evitar lanches que caracterizem uma obrigação para o visitado
d) Evitar, durante a visita, manifestações mediúnicas
e) Levar livros adequados à tarefa.
f) Convidar a família visitada a participar das atividades que o Centro Espírita realiza: Explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita; Evangelização Espírita da Infância e da Juventude; Estudo Sistematizado e outras.
g) Manter a visitação até que a família se sinta segura para realizar a reunião.
h) Não permitir a distribuição de doações materiais nesta tarefa.
i) Incentivar e divulgar a realização do Evangelho no lar por meio de folhetos, espaços radiofônicos, revistas, jornais, internet e outros meios de comunicação, evidenciando os benefícios dessa reunião familiar.
j) Esclarecer o caráter espírita do trabalho aos que solicitarem as visitas.

COMUNICAÇÃO

Coordenação: A.J.Orlando

E-mail: comunicação@usesp.org.br

Jornal DIRIGENTE ESPIRITA

Editor: Eliana Haddad
Conselho Editoral: A.J.Orlando, Antonio Cesar Perri de Carvalho, Julia Nezu e Marco Antonio Milani

Dirigente Espírita Newsletter:
Editor: A. J. Orlando

Programa Momento Espírita (Rede Boa Nova)

Coordenação: Julia Nezu
Suzete Maria Andreotti Amorim

Relações Públicas Institucionais

Diretor: A.J.Orlando
E-mail: ajorlando@uol.com.br


A Comunicação Social Espírita destina-se:

I) Ao público interno do Movimento Espírita (pessoas e instituições) tendo por objetivos:
A) Servir de canal de informações sobre dados e fatos relacionados com as atividades das instituições espíritas que tenham por fim o estudo, a prática e a difusão da Doutrina Espírita;
B) Criar condições ideais ao exercício do diálogo entre os participantes das sociedades espíritas, de tal forma que conceitos e ações sejam compartilhados por todos os segmentos de públicos;
a) Nesta tarefa, a informação e o diálogo passam a ser também, meios de promover a união dos espíritas e de suas instituições, dinamizar o trabalho de unificação e favorecer o crescimento do movimento espírita.

II) Ao público em geral, com o objetivo de:

A) Criar campo favorável para que a ação comunicativa com o público externo (pessoas e instituições não-espíritas) seja desenvolvida de maneira completa (identificando-se com o processo social básico: a interação), facilitando assim, a compreensão dos conceitos espíritas de modo fraterno e espontâneo, através dos recursos e meios adequados e disponíveis.

B) Nesta tarefa, não há o propósito de converter. Há o propósito de dialogar, informar e esclarecer. Divulga-se a Doutrina Espírita porque ela representa uma verdade consoladora, que é válida, útil e necessária aos homens e que concorre para a melhoria da Humanidade. Sua aceitação, todavia, será sempre voluntária e consciente. Sua imagem estará sempre associada à liberdade com responsabilidade.

Princípios e Diretrizes

I) Toda comunicação social espírita, independente de sua forma de expressão e do público a que se destina, deve refletir o amor e a verdade que estão contidos na Doutrina Espírita;

II) Em todas as situações, a mensagem deve ser dirigida no rumo do entendimento fraternal, visando dialogar, informar e orientar, mas também projetar uma imagem favorável e positiva do Espiritismo;

III) Independente do grau de informação e persuasão que a mensagem apresente, ela deve se revestir de equilíbrio e harmonia, visando contribuir, efetivamente, para esclarecer, consolar e orientar;

IV) A comunicação social espírita deve sempre refletir uma postura dialógica e expositiva e nunca impositiva, respeitando-se tanto o princípio de liberdade que a Doutrina Espírita preconiza como também o público a que se destina que tem faixas de interesse e motivação que não podem ser violentadas;

V) Toda comunicação social espírita deve caracterizar-se pelo propósito prioritário de promover a Doutrina Espírita, sua mensagem, seus princípios e seus benefícios, sem a preocupação de destaque para a pessoa que a promove;

VI) A seleção de veículos, bem como a forma de utilizá-los, deve observar os aspectos éticos e técnicos para refletir em qualidade e natureza, o mesmo nível elevado dos objetivos colimados. Se porventura, houver necessidade de eventual patrocínio para sustentação econômica da atividade, esse apoio não deverá, em hipótese alguma, gerar qualquer subordinação à instituição promotora ou à atividade em si;

VII) A forma de apresentação da mensagem deve primar pela simplicidade, isentando-se de qualquer conotação sensacionalista, não obstante deva ser atualizada e dinâmica;

VIII) Diante de uma proposta de trabalho de comunicação social espírita, analisar a oportunidade de sua realização, pois, a despeito do valor que apresente, muitas vezes, o momento pode não ser o mais adequado à sua concretização ou se mostrar incompatível com os interesses gerais da tarefa que se pretende realizar.

EDUCAÇÃO

Diretora:
E-mail: educacao@usesp.org.br


JUSTIFICATIVA
Fundamentando o trabalho do Departamento de Educação da USE recolhemos algumas orientações textuais, dos espíritos e seus colaboradores, de grande peso e responsabilidade, para a tarefa da Doutrina Espírita relativamente à Educação, que se desdobram em inúmeras questões no Livro dos Espíritos e em páginas de orientações pontuais sobre o que deve ser realizado nessa área. Recomendada pelos espíritos e considerada pelos espíritas como Doutrina de Educação, o caráter pedagógico do Espiritismo não se limita ao mérito formativo de seu codificador, ultrapassando-o para encontrar em seus encaminhamentos pessoais e nos dos que lhe procederam, desdobramentos e orientações enfáticas para realização dessa tarefa. Considerando também o delicado momento de travessia em que nos encontramos nada mais oportuno, senão tardio, que a Educação Espírita se fortaleça num amplo movimento, ancorado no Evangelho de Jesus, orientando os caminhos na ajuda necessária e urgente à toda sociedade.
……………………………………………………………………………………………………………………………………
L.E.
Questão 913: Entre os vícios, qual o que podemos considerar radical?

R: Já o dissemos muitas vezes; o egoísmo. Dele se deriva todo o mal. Estudai todos os vícios, e vereis que no fundo de todos existe egoísmo. Por mais que luteis contra eles, não chegareis a extirpá-los enquanto não os atacardes pela raiz, enquanto não lhes houverdes destruído a causa. Que todos os vossos esforços tendam para esse fim, porque nele se encontra a verdadeira chaga da sociedade. Quem nesta vida quiser se aproximar da perfeição moral, deve extirpar do seu coração todo sentimento de egoísmo, porque o egoísmo é incompatível com a justiça, o amor e a caridade: ele neutraliza todas as outras qualidades.

Questão 914: Estando o egoísmo fundado no interesse pessoal, parece difícil extirpá-lo inteiramente do coração do homem. Chegaremos a isso?

R: À medida que os homens se esclarecem sobre as coisas espirituais, dão menos valor às materiais; em seguida é necessário reformar as instituições humanas, que as entretem e excitam. Isso depende da educação. Livro dos Espíritos; Tradução J. Herculano Pires Ed.Lake
“ Um tempo se acaba; novos tempos se anunciam. A hora em que estamos é uma hora de transição e de parto doloroso. As formas esgotadas do passado empalidecem-se e se desfazem para dar lugar a outras, a princípio vagas e confusas, mas que se precisam cada vez mais.” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.18)
…… “O espírito humano está em trabalho, por toda parte, sob a aparente decomposição das idéias e dos princípios; por toda a parte, na Ciência, na Arte, na Filosofia e até no seio das religiões, o observador atento pode verificar que uma lenta e laboriosa gestação se produz. A Ciência, essa sobretudo, lança em profusão sementes de ricas promessas. O século que começa será o das potentes eclosões.” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.18)
….“A tarefa a cumprir é grande. A educação do homem deve ser inteiramente refeita. Essa educação, já o vimos, nem a Universidade, nem a Igreja estão em condições de a fornecer, pois que já não possuem as sínteses necessárias para esclarecerem a marcha das novas gerações. Uma só doutrina pode oferecer essa síntese, a do Espiritualismo científico; já ela sobe no horizonte do mundo intelectual e parece que há de iluminar o futuro.” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.17)
….”Ainda alguns anos de labor paciente, de experimentação conscienciosa, de pesquisas perseverantes, e a nova educação terá encontrado sua fórmula científica, sua base essencial. Esse acontecimento será o maior fato da História, desde o aparecimento do Cristianismo”. (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.17)
…”A Educação, sabe-se, é o mais poderoso fator de progresso, pois contém em germen todo o futuro” (Denis,Lèon O Problema do Ser do Destino e da Dor – Introdução p.17)
“O Espiritismo é uma doutrina ética. Seus objetivos morais superam os limites da moralidade terrena, projetando-se no plano ético do Espírito. Assim, a Pedagogia Espírita que deve ser a teoria geral da Educação Espírita, é de natureza ética. Todos os seus princípios devem convergir para a finalidade doutrinária de transformar o Homem num ser moral capaz de construir um Mundo Moral na Terra”. (PIRES, p.156)

PROPOSTA
* Construir instrumentos conceituais pertinentes ao âmbito pedagógico que nos habilitem ampliar a compreensão da mensagem evangélica e doutrinária.
* Revisar as concepções que orientam às ações pedagógicas espíritas atuais e ampliar o rol de elementos que contribuem para a ampliação dessas concepções.
* Conceber os diferentes espaços em que vivemos como espaços relacionais pertinentes ao aprendizado e, portanto, pedagógicos.
* Compreender, pela reflexão sobre a “linguagem”, os diferentes âmbitos em que nos movemos, ajudando a diferenciar o âmbito das ações que realizamos das explicações e justificativas que lhes damos.

METAS
* Ampliar o âmbito das habilidades cognitivas que nos possibilite desenvolver ações pertinentes às demandas sociais atuais.
* Fortalecer a construção de uma racionalidade fundada na vivência orientada pela moral do evangelho.
* Identificar a especificidade das contribuições oferecidas pelos conteúdos evangélicos e doutrinários na orientação do trabalho da casa espírita e fora dela.
* Identificar a organização, estrutura e funcionamento da casa espírita como espaços para o exercício do conviver evangelicamente.

METODOLOGIA
* Orientação de leituras prévias de suporte teórico para as reuniões com os interessados.
* Reflexão sobre práticas dos participantes realizadas na casa espírita disponibilizadas para o grupo.
* Proposição de construção de novos espaços relacionais orientados por valores construídos no exercício de consenso apoiados nos conteúdos enunciados na meta desse trabalho.

EDUCAR NO AMAR
Uma oportunidade a mais para o entendimento humano

*Tecnologia – conjunto de conhecimento, princípios científicos que se aplicam a um determinado ramo de atividade. (dicionário Aurélio)

ESDE

Diretor: Mário Gonçalves
E-mail: esde@usesp.org.br


esde

ESDE significa Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita. Trata-se de uma reunião privativa de grupos, cujo objetivo é o estudo metódico, contínuo e sério do Espiritismo, com programação fundamentada na Codificação Espírita utilizando as apostilas do ESDE e outros autores que enriquecem a Codificação.
Os grupos funcionam com cerca de 30 pessoas. Este estudo é destinado a todos, espíritas ou não, que tenham interesse em conhecer e ter uma visão clara do que se trata o Espiritismo

O estudo segue a orientação de material elaborado pela FEB – Federação Espírita Brasileira, tanto nas sugestões didáticas quanto no conteúdo programático, e tem duração de três anos.

CONSEQUÊNCIAS DOS ESTUDOS
Os estudos da doutrina espírita trazem amplas conseqüências para aqueles que os freqüentam:
1. Contribui norteando o ser à luz do Espiritismo na sua jornada evolutiva.
2. Promove a consciência quanto à vida material e espiritual.
3. Amplia sua consciência quanto à visão ética e moral e a importância da sua aplicação.
4. Facilita o auto conhecimento
5. Elucida que todas as resposta estão dentro e não fora do ser.
6. Exercita sua auto responsabilidade no uso do seu livre arbítrio.
7. Propaga a doutrina espírita nas bases em que foi codificada;
8. Desenvolve a fé raciocinada;
9. Possibilita o entendimento do verdadeiro sentido da palavra caridade, induzindo à sua prática;
10. Capacitando o ser através do estudo da Doutrina espírita ao seu aprimoramento pessoal com o exemplo na trajetória de Jesus.

Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita

IMPORTÂNCIA DO ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA

A necessidade de sistematização do estudo do Espiritismo foi antevista por Allan Kardec, conforme se lê no Projeto 1868, inserido em “Obras Póstumas”, in verbis:
Um curso regular de Espiritismo seria professado com o fim de desenvolver os princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios (…) Considero esse curso como de natureza a exercer capital influência sobre o futuro do Espiritismo e sobre suas conseqüências.
Nas palavras de Kardec, um curso regular de Espiritismo exerceria “capital influência sobre o futuro do Espiritismo e sobre suas conseqüências”. E isso porque, sendo o crivo da razão o princípio básico de aceitação das idéias espíritas, a divulgação do Espiritismo reclamava a formação de adeptos esclarecidos, que fossem capazes de manter a Doutrina isenta dos erros e dos desvios causados pela ignorância.
Com o passar do tempo, a urgência de se organizar um estudo metódico do Espiritismo foi-se impondo, notadamente no Brasil, à medida que se ia intensificando a procura do público pelas Casas Espíritas. Esse afluxo crescente de pessoas em busca da informação doutrinária, causado, em grande parte, pela ampla divulgação do Espiritismo, passou a preocupar os líderes do Movimento Espírita. Tornava-se necessário proporcionar aos freqüentadores do Centro Espírita a oportunidade de estudarem o Espiritismo de forma sistematizada, quando os conteúdos doutrinários lhes seriam apresentados ordenadamente, obedecendo a uma seqüência lógica de assuntos inter-relacionados.
Não faltou o apelo do Plano Espiritual no mesmo sentido, tanto que o Espírito Angel Aguarod, em mensagem recebida, em 1977, na Federação Espírita do Rio Grande do Sul, enfatiza: Cabe, pois, aos espíritas, responsáveis pelo Movimento Espírita, uma ampla tarefa de divulgação das obras básicas da Doutrina, promovendo um estudo sistemático das mesmas.

Finalmente, em 1983, ocorre o lançamento da Campanha do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE), em reunião memorável do Conselho Federativo Nacional. Na ocasião, o Espírito Bezerra de Menezes, em mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, acentuou: Um programa de estudo sistematizado da Doutrina Espírita, sem nenhum demérito para todas as nobres tentativas que têm sido feitas ao longo dos anos (…) é o programa da atualidade sob a inspiração do Cristo.


Oficinas do 7º Encontro Paulista de Monitores do ESDE, realizado nos dias 25 e 26 de julho de 2015, em São José do Rio Preto

Faça o download dos arquivos abaixo:

EVENTOS

Diretora: Ângela Bianco

E-mail: eventos@usesp.org.br

Secretarias: Eva Bugolin e Elza Saorin

Assistentes: Roberto Bianco e Rosana Amado Gaspar

Eventos

Em seu sentido mais amplo, evento se define como toda e qualquer iniciativa que tenha a finalidade reunir pessoas, em um mesmo ambiente, com foco em objetivos ou fins comum.

Classíficação

I) Quanto à modalidade

Congressos, simpósios, encontros, workshops, seminários, conferências, palestras públicas, painel, fórum, mesa-redonda, feiras, e outras (Veja diferenças entre os eventos, em Leitura Complementar).

II) Quanto à natureza

Doutrinários: são constituídos de palestras, conferências públicas, exposições doutrinárias, congressos, seminários, mesas redondas, workshops etc.;

Promocionais: enquadram-se nessa categoria, as feiras do livro espírita, feiras de artesanato, bazares, lançamentos de campanhas, palestras seguidas de autógrafos etc.;

Institucionais: são eventos comemorativos com ênfase em efemérides de personalidades e de instituições espíritas;

Culturais: apresentam atividades de caráter cultural associadas a teatro, sessão líteromusical e outras formas de promover a cultura, concomitantes a eventos confraternativos;

Mistos: reúnem, ao mesmo tempo, num só lugar, várias modalidades, p.ex., a apresentação de cine-debate ou uma sessão de cinema, simultaneamente com stand ou banca de livros e espaço para autógrafos dos autores.

Na Seara Espírita, é muito comum a realização de eventos de natureza doutrinária, cujo objetivo é difundir o Espiritismo, ampliar o conhecimento, gerar clima favorável ao estreitamento de laços de amizade entre os espíritas e, ao mesmo tempo, propiciar condições ideais à confraternização entre as Instituições.

INFÂNCIA

Diretora: Ana Luisa de Almeida Boiago

1o. secretário: Walteno Santos Bento da Silva

2a. secretária: Mônica Silva

E-mail: infancia@usesp.org.br


Objetivos do Departamento

Oferecer aos Centros Espíritas e aos Educadores/Evangelizadores Espíritas da Infância subsídios que permitam:

  • Desenvolver, divulgar e dinamizar o trabalho da Evangelização, qualificando a Infância;
  • Garantir que a mensagem espírita esteja à disposição de todos os interessados, inclusive as crianças e suas famílias;
  • Assegurar a formação inicial e continuada de trabalhadores da Evangelização como também a instrumentação desses para as ações com as crianças e junto às famílias;
  • Promover e estimular a implantação, a implementação e integração da Evangelização Espírita da Infância na estrutura da Casa Espírita, conquistando o respeito e o espaço que a atividade merece e precisa, proporcionando apoio à sua organização;
  • Conscientizar que Educação/Evangelização Espírita não é o mesmo que Recreação, oferecendo orientação à elaboração de projetos educacionais contextualizados, considerando a fundamentação doutrinária e pedagógica da tarefa.

Objetivos da Educação/Evangelização Espírita da Infância

  • Aproximar as crianças de Jesus e de seus ensinamentos, promovendo a integração do evangelizando consigo mesmo, com o próximo e com Deus;
  • Esinar Doutrina Espírita e vivência do Evangelho na fase da infância (quando o Espírito está mais receptivo);
  • Auxiliar na formação de Homens de Bem, oferecendo a oportunidade de as crianças perceberem-se como seres integrais, críticos, conscientes, participativos, herdeiros de si mesmos e cidadãos do universo;
  • Continuidade da Causa e da Casa Espírita;
  • Receber adequadamente: acolher, consolar, esclarecer e orientar o público infantil da Casa Espírita como também a sua família. Atuação do Departamento de Infância;
  • Orientação e apoio aos órgãos de unificação e também às Casa Espíritas quanto a tarefa de Evangelização;
  • Disponibilização dos materiais existentes relacionados à Campanha Permanente de Evangelização Espírita Infantil;
  • Encontros de Formação e Atualização para Educadores e Evangelizadores Espíritas da Infância;
  • Seminários para capacitação, troca de experiências e debates de temáticas da vivência do Evangelizador/Educador;
  • Mapeamento dos trabalhos desenvolvidos por Centros Espíritas na área da Infância no Estados de São Paulo;
  • Seminários e Encontros para apresentar e desenvolver o documento orientador do Conselho Federativo Nacional da FEB (Federação Espírita Brasileira) para a Infância. (Link para download abaixo) Orientação à Ação Evangelizadora Espírita da Infância: Subsídios e Diretrizes

DOUTRINA

Diretor: Marco Milani

Secretários:

1º Secretário: João Roberto Nascimento

2º Secretária: Andréa Laporte

Assessores: Adriano Calsone; Alexandre Fontes da Fonseca; Sandro Cosso


O que é o departamento?

O departamento de Doutrina atua sob as diretrizes estabelecidas pela Diretoria Executiva da USE-SP, especificamente no que se refere ao oferecimento de referências doutrinárias aos dirigentes e demais colaboradores de instituições espíritas e ao público em geral.

Quais são seus objetivos?

a) Oferecer suporte doutrinário aos demais departamentos e aos órgãos da USE, quando solicitado.

b) Incentivar a realização de eventos e atividades em prol da coerência doutrinária.

c) Analisar e criticar a qualidade do conteúdo doutrinário presente em livros, eventos e outras formas de expressão espíritas.

d) Fomentar o estudo e a prática dos princípios e valores espíritas aos dirigentes e colaboradores de casas espíritas.

Quais são as principais atividades e trabalhos do departamento?

a) Campanha Coerência Doutrinária. Voltada para a compreensão e valorização dos princípios espíritas. Norteia o planejamento de ações deste departamento, destacando-se a orientação ao público especializado e leigo para a caracterização de conteúdos espíritas, pseudoespíritas e não espíritas.

b) Análise crítica e recomendação de livros espíritas. Por esta iniciativa, busca-se formar uma rede de pareceristas e divulgar obras doutrinariamente coerentes.

c) Promoção de eventos (seminários, palestras, rodas de conversa etc.) organizados diretamente ou apoiados por este departamento, tendo como público-alvo os dirigentes e colaboradores de instituições espíritas.

d) Participação em veículos de comunicação para colaborar ou tratar de questões doutrinárias.

DEPARTAMENTO DE MEDIUNIDADE

Diretor: Sílvio Cesar C. Costa
1• secretário: Poliana Bellan
2• secretário: Luiz Eduardo Ribeiro

Email:mediunidade@use.org.br
Facebook: https://www.facebook.com/usemep



O Departamento de Estudo e Educação da Mediunidade da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, foi criado a partir de uma divisão do Departamento de Orientação Doutrinária, para que houvesse no Estado uma área específica sobre o assunto.

O antigo D.O.D. foi dividido em três áreas: Departamento de Atendimento Espiritual, Departamento de Mediunidade, e, ESDE – Ensino Sistematizado da Doutrina Espírita.

O Departamento de Estudo e Educação da Mediunidade, tem por objetivos:

a)   Coordenar e orientar o Estudo e a Educação da Mediunidade no Estado de São Paulo, visando seguir as bases mediúnicas propostas no Livro dos Médiuns por Allan Kardec, e complementadas em obras auxiliares de cunho exclusivamente espírita em relação aos fenômenos da Mediunidade;

b)   Orientar a organização e funcionamento dos Departamentos relativos à Mediunidade nos órgãos da USE, e quando solicitado, nas Sociedades Espíritas;

c)   Realizar seminários e encontros com a finalidade do esclarecimento e do entendimento por todos, da Mediunidade como instrumento de crescimento individual do ser.

d) O departamento de mediunidade faz parte da Área de Estudos do Espiritismo, divulgando e preparando tarefeiros para o curso: “MEP: Mediunidade: Estudo e Pratica”.

O Departamento de Estudo e Educação da Mediunidade tem seu diretor indicado pela Diretoria Executiva da USE do Estado de São Paulo.

MOCIDADE

Diretor : Filipe Felix dos Santos

E-mail : mocidade@usesp.org.br

Secretários:

Alysson Ismael dos Santos (Ribeirão Preto) – Secretaria Administrativa
Juliana Moraes das Chagas (Marília) e Saulo Quintana Gomes (Campinas) – Secretaria de Doutrina
Paulo Bueno (São Paulo) – Secretaria de Integração
Ana Clara Spera (Assis) – Secretária de Artes
Luiz Fabiano Aguiar (Franca) – Secretaria de Comunicação e Divulgação

O que é o departamento?

O Departamento de Mocidade é o resultado da união das Mocidades do estado de São Paulo. Unidas, as Mocidades desenvolvem o projeto de unificação do movimento espírita com os jovens do estado. Estruturado dentro da perspectiva do protagonismo juvenil, possui em sua liderança diversos jovens, escolhidos pelas próprias mocidades para organizarem e realizarem os trabalhos necessários para atingirem os objetivos do departamento.

Quais são seus objetivos?

Conforme artigo 2º de seu Regimento Interno, sempre guiado pela necessidade de unir os jovens para alcançar os objetivos de unificação, o Departamento de Mocidade da USE tem como objetivos:

  • Coordenar e orientar os trabalhos de Mocidade Espírita no Estado de São Paulo, visando sempre seu aprimoramento administrativo, doutrinário e artístico, com base nas obras codificada por Allan Kardec, para atender as finalidades que lhe competem;
  • Sempre buscar o fortalecimento do Movimento de Unificação, com base no ideal de unificação patrocinado pela USE Local e Estadual;
  • Orientar a organização e o funcionamento dos Departamentos de Mocidade dos órgãos da USE, e quando solicitado, os das sociedades espíritas.
  • Manter estreito relacionamento com os demais departamentos da USE, visando uma colaboração mútua.

Qual a estrutura do departamento?

O DM/USE possui uma diretoria estadual composta por diversas secretarias para seu auxílio. Hoje o Departamento possui as secretarias administrativa, de doutrina, de artes, de comunicação e de integração, havendo liberdade para os Órgãos e Assessorias criarem outras secretarias por suas demandas específicas.

Em vista da grande dificuldade em alcançar todas as mocidades, o DM possui quatro Assessorias que dividem geograficamente o estado, agrupando Regionais da USE para facilitar a atuação. Essas Assessorias possuem suas próprias secretarias. Cada órgão regional e local possuem um Departamento de Mocidade, também constituídos por diretoria e secretarias.

Toda essa estrutura viabiliza a comunicação técnica entre os interessados, garante a capilaridade e acesso a todos os órgãos e, consequentemente, todas as mocidades.

Abrangência das Assessorias:

1ª Assessoria - DM1 (Leste)
Regionais: Baixada Santista e Vale do Ribeira, Cachoeira Paulista, Grande ABC, São Paulo e Taubaté.

2ª Assessoria - DM2 (Centro-Leste)
Regionais: Campinas, Jundiaí, Mogi-Mirim, Piracicaba, Rio Claro, São João da Boa Vista e Sorocaba.

3ª Assessoria - DM3 (Norte)
Regionais: Franca, Jales, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto.

4ª Assessoria - DM4 (Oeste)
Regionais: Araçatuba, Assis, Bauru, Ilha Solteira, Jaú, Marília, Nova Alta Paulista e Presidente Prudente.

Quais são as principais atividades e trabalhos do departamento?

Com o intuito de atender os objetivos, visando o fortalecimento dos laços de amizade, confraternização dos membros das Mocidades Espíritas, estudo da Doutrina Espírita, estímulo à vivencia dos princípios espíritas e incentivo à participação e integração dos jovens nos trabalhos de Mocidade Espírita e Movimento de Unificação, o DM/USE organiza Reuniões e Confraternizações durante todo o ano.

Anualmente são realizados três eventos de confraternização em cada Assessoria, sendo elas duas prévias (1ª Prévia entre julho e agosto e 2ª Prévia entre janeiro e fevereiro) e um evento principal realizado na páscoa (COMELESP, COMECELESP, COMENESP e COMENOESP). Ainda anualmente são realizadas duas reuniões presenciais da Comissão Estadual (Diretoria Estadual e Assessorias) e duas Reuniões Gerais (Comissão Estadual e Órgãos Regionais).

Bienalmente o DM realiza o EECDME (Encontro Estadual de Comissão Diretora de Mocidade Espírita) voltado às lideranças presentes e futuras do movimento.

Quinquenalmente a confraternização da páscoa é centralizado na COMJESP (Confraternização das Mocidades e Juventudes do Estado de São Paulo) reunindo os jovens de todo estado em um grande evento de confraternização, estudos e vivências.

É necessário ressaltar que os Departamentos dos Órgãos Regionais e Locais desenvolvem diversas atividades próprias durante o ano, sendo possível resumi-las em ações de confraternização, estudos, vivências, assistência social e palestras.

RELAÇÕES PUBLICAS

Diretor: A.J.Orlando

E-mail: presidencia@usesp.org.br

Atualmente, relacionar-se com o público é uma necessidade fundamental para que as instituições possam manter-se e expandir suas frentes de trabalho.

O Centro Espírita não foge a essa regra básica, considerando que ele é um espaço de convivência fraterna, local de estudo, prática e divulgação da Doutrina Espírita.

Assim, tanto o público interno, como o externo precisa ser informado do que ocorre na instituição e no movimento espírita, pois é a partir dessas informações que se estabelecem as bases de uma direção segura e criam-se motivações para um trabalho espontâneo, harmônico e duradouro.

Nesse sentido, as ações de Relações Públicas e Institucionais podem contribuir para o bom desempenho das instituições espíritas.

Atribuições

  1. Trabalhar em parceria com os demais departamentos da Instituição, de modo compartilhado, buscando realizar trabalhos conjuntos e dar suporte técnico, quando necessário;

  2. Fazer um levantamento da Mídia local ou regional, relacionando os veículos de comunicação de interesse da instituição, com dados sobre periodicidade, tiragem, circulação, perfil do leitor, ideologia política e religiosa, custos de espaços e outras informações adicionais, como nomes de proprietários, acionistas, editores e principais jornalistas;

  3. Dar visibilidade à realização de eventos e às informações gerais aos frequentadores da casa, através de quadros murais, boletins e/ou outros meios, como a Internet, através de site, e-mail etc.;

  4. Elaborar matéria (Press release) sobre fatos e informações relevantes sobre a instituição e/ou do movimento espírita e enviar aos veículos de comunicação para publicação gratuita;

  5. Organizar e manter atualizado um arquivo (Clipping) de reportagens e notas da imprensa que citam fatos e comentários sobre o movimento espírita local e regional;

  6. Elaborar e manter atualizado um cadastro (Mailling list) de nomes de pessoas e instituições de interesse da casa espírita;

  7. Estabelecer relação amistosa com Emissoras de Rádio e Televisão, Agências de Publicidade, Assessorias de Comunicação, Gráficas, Empresas de Outdoor locais, visando criar condições favoráveis ações na Mídia: entrevistas, reportagens e campanhas doutrinárias;

  8. Observar a Legislação Brasileira relacionada à atividade de comunicação (Lei de Imprensa, Códigos de Ética dos Profissionais de Relações Publicas, Propaganda, CONAR etc.), buscando a coerência e, sobretudo, a postura ético-espírita. Acesse: www.mj.org.br

  9. Recorrer ao Manual de Comunicação Social Espírita, do Conselho Federativo Nacional, para se inteirar da estratégia ideal para se relacionar com a Imprensa e obter resultados positivos. Para isso, acesse:
    www.feb.org.br